Já faz algum bom tempo que as
indústria do vestuário tem preferido utilizar estampas com toque mínimo,
principalmente em tecidos de caimento leve.
Nesta vertente surgem
novas tintas no mercado para facilitar a aplicação pelos serígrafos com
menos recursos, afinal de contas algumas tintas toque zero necessitam
estufa e ou outros investimentos em equipamentos.
Esta tinta testada
foi a Falsa Corrosão, da marca Genesys, é uma tinta de aplicação comum,
base água com cura ao ar. A diferença é que sua formulação tem a
propriedade de dar um acabamento imitando a corrosão em diversos tecidos
de qualquer tonalidade, os testes que fiz foram tanto em algodão como
em poliviscose e oxford, de diversos tons diferentes.
Como resultante
o efeito é de uma estampa desbotada na malha, pois a tinta nem
translúcida nem opaca se funde com o fundo aplicado.
Percebi pelo
menos no nosso clima frio de Curitiba, que a cura é mais demorada
comparado às tintas habituais base água, o efeito também fica mais
evidente depois da cura total...
A conclusão que tive foi
positiva mesmo com as limitações do pseudo efeito, o toque fica
relativamente macio e o resultado teve boa aceitação onde expus as
camisetas.

Um comentário:
Boa tarde Armando, gostaria de abordar um tema que virou moda aqui no Brasil (agora pois lá fora nos USA já é utilizado faz tempo). A cromia simulada e indexada. Pouco se divulga sobre esse novo tipo de silk e muito menos ainda os métodos de como realizar, sendo que necessitam-se cursos caros e plugins ( Quikseps, fastfilm, T-seps) do photoshop para fazer as separações.
Enfim.. esse tipo de cromia só é feito em plastisóis ou pode-se fazer com base d'água?
Simulado e indexado são a mesma coisa? e mais.. as cores utilizadas são sempre cores padrão compradas de fábrica ou tem como fazer essas cores misturando as tintas entre-si?
Abraços.
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