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Silk Screem... Nomenclatura... Um pouco de história e muita... Mas, muita arte!

Este trecho de notória importância retirei da wikipédia... O conteúdo completo esta no seguinte link...

O termo serigrafia (serigraph, em inglês) é creditado a Anthony Velonis, que influenciado por Carl Zigrosser, crítico, editor e nos anos 1940, curador de gravuras do Philadelphia Museum of Art, propôs a palavra serigraph (em inglês), do grego sericos (seda), e graphos (escrever), para modificar os aspectos comerciais associados ao processo, distinguindo o trabalho de criação realizado por um artista dos trabalhos destinadas ao uso comercial, industrial ou puramente reprodutivo.

Velonis também escreveu um livro em 1939, intitulado Silk Screen Technique (New York: Creative Crafts Press, 1939) que foi usado como "how-to" manual de outras divisões de posters. Ele viajou extensivamente orientando os artistas da FAP sobre a técnica da serigrafia.

História:
Desde os tempos mais remotos, existe, no Oriente, o estêncil (pl. estênceis, em inglês stencil) para a aplicação de padrões (modelos, espaços seqüenciais) em tecidos, móveis e paredes.

Na China os recortes em papel (cut-papers) não eram só usados como uma forma independente de artefato, mas também como máscaras para estampa, principalmente em tecidos.

No Japão o processo com estêncil alcançou grande notabilidade no período Kamamura quando as armaduras dos samurais, as cobertas de cavalos e os estandartes tinham emblemas aplicados por esse processo. Durante os séculos XVII e XVIII ainda se usava esse tipo de impressão na estamparia de tecidos. Aos japoneses é atribuída a solução das “pontes” das máscaras: diz-se que usavam fios de cabelo para segurar uma parte na outra.

No Ocidente registra-se no século passado, em Lyon, França, o processo (de máscaras, recortes) sendo usado em indústrias têxteis (impressão a la lyonnaise ou pochoir) onde a imagem era impressa através dos vazados, a pincel. No início do século registravam-se as primeiras patentes: 1907 na Inglaterra e 1915 nos Estados Unidos, e o números de impressos comerciais cresceu muito. Na América, os móveis, paredes e outras superfícies eram decorados dessa maneira.

Foram raros os artistas que utilizaram o processo como ferramenta para a execução de gravuras, ou de trabalhos gráficos. Theóphile Steinlein, um artista suíço que vivia em Paris no início do século (morreu em 1923) é um dos poucos exemplos do uso da técnica. Neste período da grande depressão de 30, nos EUA os esforços do WPA - Federal Art Projects, estimularam um grupo de artistas encabeçados por Anthony Velonis a experimentar a técnica com propósitos artísticos. Os materiais e equipamentos baratos, facilmente encontrados sem grandes investimentos foram algumas das razões que estimularam os artistas a experimentar o processo. Entre eles, citamos Bem Shahn, Robert Gwathmey, Harry Stenberg. Tais artistas iniciaram um importante trabalho de transformar um meio mecânico, cujas qualidades gráficas se limitavam às impressões comerciais, numa importante ferramenta para desenvolver seus estilos pessoais. O sentido desse esforço inicial estendeu-se aos artistas dos anos 1950, incluindo os expressionistas abstratos e os action painters, como Jackson Pollock.

Até Marcel Duchamp, que não era exatamente um artista-gravador, nos deixou um auto-retrato de 1959, uma serigrafia colorida que está no MoMa (Museum of Modern Art, Nova York).

No fim da segunda guerra mundial, quando os aviões americanos aterrizaram em Colónia (Alemanha), com suas fuselagens decoradas com emblemas e comics em serigrafia, surgiu o interesse europeu pela técnica.

As barreiras e definições estabelecidas que tratavam a serigrafia como “manifestação gráfica menor” só foram eliminadas no fim dos anos 1950, início dos 1960. O grande responsável por isso foi o processo fotográfico utilizado através da serigrafia e novos conceitos e movimentos artísticos, além do avanço tecnológico (ver Pop art, Op art, Hard-edge, Stripe, Color-field, Minimal Art). Os primeiros artistas que se utilizaram do processo procuravam tornar mais naturais e menos frias as impressões. Foram ressaltados, entre outros, dois pontos básicos da técnica: (1) sua extrema adaptabilidade que permite a aplicação sobre qualquer superfície inclusive tridimensional, muito conveniente para certas tendências artísticas (2) e suas especificidades gráficas próprias, ou seja características gráficas que apenas a serigrafia pode proporcionar.

Da necessidade de artistas como Rauschemberg, Rosenquist, Warhol, Lichtenstein, Vasarely, Amrskiemicz, Albers, Indiana e Stella, houve o desenvolvimento contemporâneo do processo em aplicações artísticas. Novos conceitos foram associados às idéias tradicionais e o estigma “comercial” da serigrafia tornou-se uma questão ultrapassada.

Relevo brilhante!

A banda curitibana Joe Crow (Pop Rock/Surf music) estava na dúvida se suas camisetas seriam com bordado ou com relevo. Pediram uma amostra e fiz a tal com plastisol gel brilhante branco... Imagino que tenham gostado... Porém como não voltaram devem ter preferido as camisetas bordadas... Hehe!



Cura do Plastisol ao som de Marguerita Time - Status Quo

"Cuidado com a Migração!"
Não! Não é um alerta para que o cidadão clandestino tome cuidado com a "Imigração"!

É que pode ocorrer, como já me ocorreu em um caso bem semelhante a essa impressão o efeito (defeito) de migração... Estampei a cara do Darth Wader com esse mesmo plastisol gel branco brilho como fundo em relevo... E com um contorno preto também em relevo (formando um efeito de relevo encima de relevo)...
A tinta branca foi com o passar do tempo se tornando cinza, assimilando o pigmento da malha de algodão preta da camiseta...
Estas e outras são as ocasionalidades habituais que fazem da serigrafia esse nosso desafio diário...

Trapping?

As vezes berços desregulados, com a régua/batente levemente empenada... Ocasionam uma diferença de encaixe nas cores da estampa serigráfica... Formando aqueles famosos filetes brancos onde faltou sobreposição.

No vídeo abaixo demonstro um caso onde ocorreu tal defeito, por óbvia falta do uso do Trapping!



Nada Melhor que um bom Trapping ao som dos Portenhos do Fun People / Masticar

O Trapping é um recurso importantíssimo na área gráfica... Assim como a sangria (impresso excedente pra fora da área de corte)...

Pra quem quer saber mais, disposto estão na net 2 ótimos tutoriais para sanar qualquer dúvida e poupar o mundo deste infame defeito des-gráfico...

Entendendo Trapping, Overprint e Knock Out
Tutorial Trapping

Quem não tem Soprador pra Secar usa o Secador pra Soprar!

Policromia cheia de improvisos...
Tanto o soprador oficial como o reserva tiveram o mesmo problema... Queimaram a ventoinha. O cartel autorizado que monopoliza a assistência técnica da marca me pediu pela singela e exageradamente frágil peça 84 reais (trocada)... 70% do valor de um soprador novo (120R$ Steinel HL500).
Então enquanto não se resolve um problema... Improvisando resolvem-se outros...
A policromia abaixo, feita para um grupo de formandos da Cidade de Serro Azul, foi feita com alguns improvisos que fazem certamente parte do dia a dia da serigrafia técnica/artesanal...
-Secador de cabelo pra pré-curar a tinta...
-Escova de dentes pra retirar uma pequena vazada de tinta...
-E caneta para tecido parar retocar uma pequena falha numa atitude detalhista...



Diego Deza Huete / Vagabundo

Tinta Foil?

Não sei se ocasionalmente essa tinta é já antiga na praça... Deve ser! Mas ela pra mim foi novidade... Então resolvi fazer um simples teste, confesso que a expectativa foi muito maior que a satisfação do resultado.

Se trata de uma tinta base d'água composta com Foil (película metálica)...
A que comprei por talvez absurdos 34R$ o quilo é a "foil preta" da Imagine Color, o resultado da tonalidade na aplicação é um "ônix" (grafite) que realmente tem um acabamento bem bonito.
De maneira comparativa posso descrever como algo mais brilhante que a tinta Hidrometálica e menos brilhante que o foil verdadeiro... Com certeza uma opção de impressão diferenciada que prima pela facilidade em ser estampada, pois não necessita de estufa,flash ou prensa (cura ao ar). Basta uma matriz de 55 fios ou menos... Pois a bendita gosta de entupir com uma tela.
Infelizmente a camera não manteve a fidelidade do olho humano e não consegui captar com realismo... Mas creio que dá pra ter uma idéia...




Punk Cover Somewere Over the Rainbow

Serigrafia Simples com relevo base branco plastisol!

Curto demasiadamente o RIP, aqui no Brasil praticamente ninguém os conheçe e obviamente não vou encontrar nenhuma à venda então resolvi fazer esta camiseta...


Ao som dos "RIP" del Pais Basco... Ha llegado el momento y El fin (Tributo a los Eskorbuto)

Na prática:
-Bater bem o plastisol pra não haver necessidade de amaciante.
-Fora de contato* de uns 5mm, permite um relevo mais uniforme.
-Rodo bem reto, média dureza.
-Primeira passada de tinta bem caprichada pra infiltrar bem no tecido, diminuindo a chance de ocasionalmente o relevo soltar... primeira pré-cura superficial...
-Repique com cura total (dá pra notar no vídeo que até muda de cor a tinta).
-Próximos repiques com devidas pré-curas até atingir a altura...
-Cura final promovendo aquela "fumacêra" de deixar até o Marcelo D2 tonto...

*"Altura" colada/grampeada no lado inferior da matriz, permite ao nylon manter uma certa distância do substrato.

Proibido "Designer" tomar "Johnny Walker" no "Shopping"!!!

Calma! calma!
É que ontem foi aprovado , em primeira e segunda discussões. uma ridícula lei, comprovando que realmente a política é uma mal desnecessário!
Segunda a lei do Gov. Requião, peças publicitárias, deverão ser acompanhadas de tradução na língua nacional, com o mesmo destaque da estrangeira. Oh my God! (tradução literal: Jesuizinho!)
Esta atitude certamente prejudicará empresas e produtos que usam palavras estrangeiras em suas logos e propagandas.
Se a veemente incoerência da política se empolgar... Daqui uns tempos não poderemos mais compor um "Punk Rock" em "Español"... Os "Menus" dos "bistrôs" terão que traduzir do "Cabernet Sauvignon" ao "Escargot"... O Tony Ramos pagará séria multa cada vez que indagar seu "Rare Baba"!!! Ficaremos sem "Sauna", "Sutian" e sem "Jeans"...
Mais arbitrário que isso só quando no Brasil império foi proibido o "Tupi" e linguas nativas de serem ensinadas...
Bem a população em massa desaprova tal vaga lei... E Você??? Tchau! (Tradução: Bye Bye!)




A lei punirá do "rotten dog" ao "cheese salada sem queijo"

Marcando toca!

No berço corrido são necessárias as marcações pra registrar com peças de tamanhos variados... Pra isso a maneira mais prática é com uma tela e uma caneta mesmo...
Depois de registrar a primeira peça no primeiro berço, podemos transferir a marcação para uma tela velha... Esticada com Voal... E com ela ir marcando berço à berço...
"Descomplicadamentíssimamente"!



Ao som de Yellow Machinegun... Again... Três discretas garotas do Japão que fazem um inacreditável Noise na fita Demo...

Monocromia sem monotonia!

Serigrafia de uma monocromia.
Desenho em negativo com 60 lpi de resolução de saída.
Rodo de canto bem reto e bem duro pra não embaralhar as retículas mesmo com repique.
Tinta mix branca supercobertura para tecidos mistos, diluida com retardador gel pra não entupir com a matriz de polyester 90 fios...
O resultado foi este desenho com uma boa tonalidade de cinzas...



Ao som da veterana CWBand Krappulas

2010 acessos únicos!


Quando montei este espaço tive a pretensão única de expor algumas coisas que faço para alguns amigos e curiosos...
Não imaginei que teria uma projeção um pouco maior como a que teve. Sei claramente que 201o acessos não são muito para os padrões da popularizada internet... Mas, é que realmente nem pretendia levar muito á sério o virtual espaço criado.

mesmo assim, pra comemorar o inédito feito sugiro um brinde de cerveja barata ao som da banda indie curitibana Subburbia.


Subburbia - Soul Sister live - Wonka Bar - 5Dez08

Relevo+Cromia+Silicone!















Em muitas publicações do ramo serigráfico tenho lido sobre uma futura tendência que irá praticamente abolir com o uso do plastisol... Principalmente os trabalhos com relevo que "cairão de moda".
Os especialistas apostam que o mercado da moda e confecção entrará numa fase onde as espampas preferidas pelos estilistas e consequentemente pelos consumidores serão as de toque mais macio e sutil (toque zero principalmente além de: devorê, corrosão, etc)...

Eu prefiro não opinar sobre esta previsão, sei que o plastisol chegou à quase uma década pra ficar... Renovando com a milenar serigrafia... E sei também que ele continua fazendo a sua parte nos detalhes que chamam realmente muito a atenção do cliente, efeitos obrigatórios no Surf/Street/SportWear.

Na amostra acima reproduzi o efeito Relevo+Cromia+Silicone de acordo com o que foi requisitado pelo cliente... Com certeza fica um acabamento bem bonito e chamativo, talvéz exagerado... Pois fica um verdadeiro coletinho a prova de balas.

Na prática:
-6 repiques de plastisol relevo base branco com matriz de nylon 55 fios garantiram um relevo bem alto e liso... Depois de devidamente curado este foi o fundo pra policromia.
-Uma passada na sequencia Amarelo/cyan/magenta & black (base agua) com um reforço extra na cor predominante (magenta), decoraram o alto relevo.
-6 repiques de plastisol gel incolor (silicone) finalizaram emborrachando com a interessante obra.
Um curioso que viu a amostra duvidou que foi feito em serigrafia, pois se nota que certamente ficou bem exótico.

Efeito Pontilhado!

Na maioria das vezes os desenhistas criam artes que por sí só possuem o seu belo impacto visual... Porém eventualmente podemos acrescentar um detalhe, um diferencial... Para tentar destacar o trabalho no vasto mercado... e também para agregar valor à peça... Esta é a tese...

Na prática, partindo deste pensamento acrescentei umas simples bolinhas nesta estampa da banda Novayorquina de PunkRock BubbleGum Ramones... fiz apenas 2 peças... Uma pra mim e outra para presentear uma amiga.


O som de fundo é da banda ramoníaca Argentina Quebraditos - Yo solo quiero ser un ramone...

-Camiseta 100% algodão fio 30 penteada preta.
-Puxadores de cantos retos com 70 shores p/ uma boa definição
-Com a matriz do desenho em negativo dei três repiques de branco super ecoline, a tela foi uma de 90 fios que obviamente não é indicada por facilitar entupimentos, usei-a para simular um efeito "toque zero", sem o take áspero que é comum da tinta mix.
-Após estampei as bolinhas que caracterizam pontilhado com tinta plastigel escarlate... Usando matriz 32 fios com emulsão relevo. Foram dados cerca de 5 repiques para atingir uma boa altura...
-A cura intermediária e final foi dada com soprador térmico.
-O resultado é este efeito tridimencional bem diferente e interessante.



 

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